pneumonia, desidratação, exacerbação de doenças crônicas e evolução para síndrome respiratória aguda grave (SRAG).
02Prescrição principal
Via(s) de administração: Oral, Nasal
Uso Oral
1
Dipirona 500 mg
20 comprimidos
Princípio ativo
Dipirona
Concentração
500 mg
Dose
1 a 2 comprimidos
Via
Oral
Frequência
de 6/6h
Duração
Não informado no documento
Posologia e orientações (texto original)
Tomar 1 a 2 comprimidos VO de 6/6h, se dor ou febre. Máximo: 4 g/dia.
2
Cetoprofeno 100 mg
10 comprimidos
Princípio ativo
Cetoprofeno
Concentração
100 mg
Dose
1 comprimido
Via
Oral
Frequência
de 12/12h
Duração
por até 5 dias
Posologia e orientações (texto original)
Tomar 1 comprimido VO de 12/12h, após alimentação, se dor ou mialgia importante, por até 5 dias.
3
Ambroxol 6 mg/mL xarope
1 frasco
Princípio ativo
Ambroxol
Concentração
6 mg/mL
Dose
5 mL
Via
Oral
Frequência
de 8/8h
Duração
por até 5 dias
Posologia e orientações (texto original)
Tomar 5 mL VO de 8/8h por até 5 dias, se tosse produtiva com secreção espessa.
Uso Nasal
4
Budesonida 32 mcg/jato spray nasal
1 frasco
Princípio ativo
Budesonida
Concentração
32 mcg/jato
Dose
2 a 4 jatos
Via
Nasal
Frequência
1 vez ao dia
Duração
Não informado no documento
Posologia e orientações (texto original)
Aplicar 2 a 4 jatos em cada narina, 1 vez ao dia.
03Alternativas terapêuticas
Opções a considerar conforme o caso — não devem ser usadas simultaneamente à prescrição principal.
Paracetamol 500–750 mg: alternativa à dipirona para dor ou febre, respeitando dose máxima diária e função hepática.
Se houver contraindicação a AINE: não utilizar cetoprofeno; manter analgésico/antitérmico simples.
Tosse seca, sem secreção: não há indicação de rotina para ambroxol.
Suspeita de influenza em paciente com fator de risco para complicações: considerar oseltamivir conforme protocolo do Ministério da Saúde, preferencialmente com início precoce.
Gestação, idosos ≥60 anos e pacientes com comorbidades relevantes: avaliar indicação de antiviral conforme protocolo atualizado.
04Observações e cuidados
Tratamento da síndrome gripal não complicada é predominantemente sintomático.
Antibiótico não é indicado de rotina na ausência de suspeita de infecção bacteriana secundária.
Corticoide sistêmico não é tratamento rotineiro da síndrome gripal sem outra indicação específica.
Budesonida nasal é opcional e mais útil quando há rinite/congestão nasal associada; não exceder a dose recomendada da apresentação.
Considerar teste para influenza/COVID-19 conforme contexto epidemiológico, fatores de risco e protocolo vigente.
Em pacientes de risco para influenza complicada, não atrasar oseltamivir aguardando resultado de teste quando houver indicação clínica.
05Contraindicações, gravidade e encaminhamento
Não informado no documento
Material de referência documental e apoio ao estudo, extraído do Guia de Prescrições (2ª edição). Não substitui a avaliação clínica individual: toda prescrição deve ser avaliada por profissional habilitado e conferida com protocolos atualizados.